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Crueldade

postado por Saul

Johnny. Garoto chinês muito precoce. Nasceu prematuro, sete meses para ser exato. Começou a andar aos cinco meses, falar aos oito meses e tomar suas próprias decisões com um ano de idade. Depois dessa precocidade toda ele não parou mais e acabou se envolvendo com o crime. Sua baixa estatura nunca o atrapalhou. Tem contatos em todas as áreas, muito dizem que a economia da china, mesmo em tempo de crise, cresce graças as suas ações. Claro que ninguém o conhece. Quem realmente tem dinheiro não está nas revistas e listas dos mais ricos. Todos o temem – poucos presenciaram sua crueldade em estado máximo e ninguém quer ver até onde vai sua paciência – respeitam, admiram e acima de tudo acham que ele é uma gracinha…

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Convite

postado por Marcola.

É, meu amigo. Por muito tempo eu guardei o universo sozinho, mas agora nos encontramos. Um companheiro na minha trajetória rumo ao ideal de rebanhar todos os terroristas do país sob o cajado que levamos, o da justiça e da sabedoria.

E que fantástico treinamento o senhor realizou. Me fez lembrar do meu. Acompanhei um pouco da lenda que você criou para si próprio através de links, e admirei desde o princípio o fato de que a sua concentração não se abala de maneira nenhuma. Nem tomando uma martelada na cabeça, e sangrando muito por isso.

“Quando o caso é verdade, até o elemento aparece”, é o que disseram pra te difamar (ou seria pra te enaltecer?), mas esse é um comentário sem valor para pessoas do nosso nível, não? Você decepcionou o seu irmão, e assustou os moradores da sua cidade. Talvez essa seja a nossa maldição, afinal. As pessoas se assustam com o nosso poder e com o nosso potencial destrutivo (QUE É INCRÍVEL).

Lideremos, pois. Entremos em mentes.Exterminemos os imbecis, e o futuro deles.

Nos encontramos em breve, com certeza.

Um Abraço.

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Babaca

postado por Rafaé.

Sentado ali, no meio fio, não tinha noção de quanto tempo se passara. A visão era embaralhada, fora de foco, e a musa (ou não) ainda lá, parada. Imaginou-se indo até ela, tentando um primeiro contato: “e aí, vai pegar qual ônibus?”. Não. Não era uma boa idéia. Com certeza não conseguiria caminhar sobre a reta que os unia. Em meio a essa indecisão, foi dominado por uma tremenda ânsia. Parou, respirou, e foi. Logo foi vencido pelo desejo incontido de seu corpo: o de permanecer na horizontal. Caiu a menos de dois metros do amor eterno. Vomitou, praguejou e dormiu ali, sem a musa, sem conforto e com uma certeza: tubão é foda!

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